sábado, 2 de maio de 2009
jogos
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domingo, 22 de março de 2009
Expressão Dramática
"Cada aula deve ser uma festa, um momento de alegria, desfrutando-se nela o prazer de cantar, ouvir, fazer música, representar...A criança é rica em música e em expressão dramática! Deve dar-se-lhe oportunidade para que ela extravase, mostre as suas potencialidades através do som, do gesto, ou, talvez melhor, fundindo os dois. (...). Qualquer actividade desenvolvida no espaço aula deve ser participada por todos os alunos da sala, evitando ao máximo comportamentos passivos ou desinteressados. O(a) professor(a)/educador(a) deve ser suficientemente estratega para colocar toda a turma em actividade!"
José Menezes, Rogério Duarte e Fernando Coutinho
in "As Minhas Expressões", pág. 8
" A expressão dramática é um dos meios mais valiosos e completos de educação. A amplitude da sua acção, abrangendo quase todos os aspectos importantes do desenvolvimento da criança e a grande diversificação de formas que pode tomar, podendo ser regulada conforme os objectivos, as idades e os meios de que se dispõe, tornam-na por excelência a principal forma de actividade educativa. (...). O objectivo principal desta forma de educação é a expressão, ou seja, o estimular da criança para que expresse livremente todos os seus sentimentos, desejos e tensões interiores."
Alberto B. Sousa in " Educação pela Arte e Artes na Educação",
2º vol., pág. 3
José Menezes, Rogério Duarte e Fernando Coutinho
in "As Minhas Expressões", pág. 8
" A expressão dramática é um dos meios mais valiosos e completos de educação. A amplitude da sua acção, abrangendo quase todos os aspectos importantes do desenvolvimento da criança e a grande diversificação de formas que pode tomar, podendo ser regulada conforme os objectivos, as idades e os meios de que se dispõe, tornam-na por excelência a principal forma de actividade educativa. (...). O objectivo principal desta forma de educação é a expressão, ou seja, o estimular da criança para que expresse livremente todos os seus sentimentos, desejos e tensões interiores."
Alberto B. Sousa in " Educação pela Arte e Artes na Educação",
2º vol., pág. 3
sábado, 21 de março de 2009
TIC
Utilização das TICs
Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este "mundo" e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).
Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrónicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.
Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este "mundo" e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).
Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrónicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Educaçõ integrante
Uma pergunta que todos os educadores precisam fazer a si mesmos é: O que significa educar, para mim? Ensinar o que está nos livros? Impor minhas ideias? "Doutrinar"? Moldar comportamentos? Oferecer perspectivas? Provocar reflexões?
A Educação Espírita tem, como objectivo principal, a emancipação do ser humano baseada na percepção e compreensão da sua própria natureza espiritual.
Não se trata de transformar crianças em espíritas. Trata-se de torná-las pessoas felizes, realizadas, conscientes das leis da vida e da sua função no Universo.
Para isto, é necessário considerar o educando em todos os aspectos interligados de seu Ser: espiritual, moral, mental, emocional, físico-energético, social.
É necessário desenvolver um tipo de trabalho que inclua todas estas dimensões do Ser; que relacione conceitos, sentimentos e prática; que seja actual e interdisciplinar e adaptado a cada realidade, sem perder-se de seus princípios norteadores.
A Educação Espírita tem, como objectivo principal, a emancipação do ser humano baseada na percepção e compreensão da sua própria natureza espiritual.
Não se trata de transformar crianças em espíritas. Trata-se de torná-las pessoas felizes, realizadas, conscientes das leis da vida e da sua função no Universo.
Para isto, é necessário considerar o educando em todos os aspectos interligados de seu Ser: espiritual, moral, mental, emocional, físico-energético, social.
É necessário desenvolver um tipo de trabalho que inclua todas estas dimensões do Ser; que relacione conceitos, sentimentos e prática; que seja actual e interdisciplinar e adaptado a cada realidade, sem perder-se de seus princípios norteadores.
Criatividade
A palavra criatividade é usada diariamente por milhares de pessoas, sem que estas saibam o seu verdadeiro sentido. Muitas são as vezes em que após uma pessoa ter feito um desenho muito bonito, com cores muito fortes, se ouve dizer “que desenho tão criativo!”. Mas, a criatividade é muito mais do que isto, muito mais do que um mero desenho, pintura, poema, que por serem diferentes se denominam desde logo por criativos. A criatividade é uma qualidade do ser humano, e esta pode ou não ser estimulada, desenvolvida e aperfeiçoada. Isto significa que todos nós nascemos potencialmente criativos, mas o desenvolvimento desta capacidade depende dos factores de vida pelos quais todos passamos. No entanto, sempre que se fala em criatividade tem de se ter em conta o processo pelo qual se tem que passar – processo de criação, e sobre o qual Ana Bela Mendes diz que “A criatividade enquanto potencial que toda a gente possui em maior ou menor grau, está ligada ao processo de criação”, ficando explicito que esta dissociação nunca pode ser feita. David Best refere que embora o “processo criativo não possa ser encarado inteligivelmente como logicamente distinto do produto criativo. Isto é, o processo só pode ser identificado por meio do produto (…) para avaliar (…) a criatividade temos que nos concentrar no produto, isto é no que permanece na superfície”. Contudo, a definição de criatividade continua sem ser consensual, pois muitos autores definem-na de forma diferente. Porém, todo o acto criativo pressupõe a realização de algo novo que se adapte a uma necessidade qualquer, de forma a resolver alguma questão. Isto significa que o indivíduo que consiga combinar ideias que até então nunca tinham sido “misturadas”, dando origem a um novo conhecimento, está a inovar, ou seja, criou algo de novo, e isto faz com que este resultado seja encarado como criativo. Winnicott diz que “…é através da percepção criativa, mais que qualquer outra coisa, que o indivíduo sente que a vida é digna de ser vivida”. A criatividade permite solucionar desafios e problemas que surgem no dia-a-dia, o que faz com que esta resolução criativa tenha um real valor utilitário face a algo; estamos então perante uma definição muito complexa e definida de forma diferente por esferas distintas, mas sabe-se que o produto criativo tem de estar apropriado a uma determinada situação.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Dia do pai
Dia do Pai constitui uma homenagem aos pais de todo o mundo. Em Portugal o Dia do Pai celebra-se a 19 de Março, o Dia dedicado a São José, pai de Jesus. A criação de um dia de homenagem aos pais terá acontecido nos Estados Unidos quando Sonora Luise pretendia um dia especial para homenagear o seu pai, William Smart, um vetereno da Guerra Civil que ficou viúvo quando sua esposa deu à luz ao seu sexto filho.
terça-feira, 17 de março de 2009
Síntese de aula de expressão dramática
Ola, como tenho prometido vou publicar a síntese de aula de expressão.
1ª Actividade: Dança social
Nesta actividade, a professora solicitou às alunas que formassem pares de dois elementos e em seguida foi formada uma roda. Depois de a professora dar as indicações necessárias para a realização dos passos, os pares começaram a execução dos mesmos dando as mãos.
A dança começou com 4 passos para frente, depois os pares dão meia volta virando pelo lado de dentro e dão 4 passos para trás, em seguida 4 passos para frente e 4 para trás. Depois de praticar-mos várias vezes estes passos de dança, passamos para um conjunto de passos novos, que faziam parte da continuação da mesma. Ou seja, depois de repetir-mos os passos referidos anteriormente, ficaríamos paradas ao lado da colega e dávamos um passo para dentro e um para fora, duas vezes e em seguida mudava-mos de lugar com a colega e faríamos os mesmos movimentos. Acabados estes movimentos, as colegas que estavam no interior da roda faziam meia volta e ficavam a ser o par da colega de trás e assim sucessivamente.
2ª Actividade: Jogo de mímica
Para a realização deste jogo foi necessário formar grupos de 6 elementos. As regras do jogo eram: 5 elementos ficaram fora de sala de aula enquanto o sexto elemento via uma imagem e tinha que representa – lá através de mímica, quando um dos elementos de equipa entrasse na sala. A representação da imagem decorreu ao som de música. O primeiro elemento que entrou, depois de ter visto a mímica do colega, teve que tentar reproduzi-la para o colega seguinte, o mesmo se passou com os restantes elementos. O último elemento a entrar tenta adivinhar a representação feita pelo seu colega, se não conseguia, o sexto elemento repetia a mímica da primeira imagem representada para ajuda-lo.
3ª Actividade: Criação corporal de construção de objectos
Para a realização desta actividade as alunas foram divididas em grupos de 7 pessoas e posteriormente através de sorteio escolheram um papelinho, que tinha escrito um objecto. O objectivo desta actividade foi construir-mos de uma forma lógica com os nossos próprios corpos os objectos solicitados. Depois de varias tentativas para a construção do objecto, as equipas passaram a fazer a representação individualmente. Ao som de música, os grupos construíram e desconstruíram os objectos. Os outros grupos tinham que tentar adivinhar qual o objecto representado.
1ª Actividade: Dança social
Nesta actividade, a professora solicitou às alunas que formassem pares de dois elementos e em seguida foi formada uma roda. Depois de a professora dar as indicações necessárias para a realização dos passos, os pares começaram a execução dos mesmos dando as mãos.
A dança começou com 4 passos para frente, depois os pares dão meia volta virando pelo lado de dentro e dão 4 passos para trás, em seguida 4 passos para frente e 4 para trás. Depois de praticar-mos várias vezes estes passos de dança, passamos para um conjunto de passos novos, que faziam parte da continuação da mesma. Ou seja, depois de repetir-mos os passos referidos anteriormente, ficaríamos paradas ao lado da colega e dávamos um passo para dentro e um para fora, duas vezes e em seguida mudava-mos de lugar com a colega e faríamos os mesmos movimentos. Acabados estes movimentos, as colegas que estavam no interior da roda faziam meia volta e ficavam a ser o par da colega de trás e assim sucessivamente.
2ª Actividade: Jogo de mímica
Para a realização deste jogo foi necessário formar grupos de 6 elementos. As regras do jogo eram: 5 elementos ficaram fora de sala de aula enquanto o sexto elemento via uma imagem e tinha que representa – lá através de mímica, quando um dos elementos de equipa entrasse na sala. A representação da imagem decorreu ao som de música. O primeiro elemento que entrou, depois de ter visto a mímica do colega, teve que tentar reproduzi-la para o colega seguinte, o mesmo se passou com os restantes elementos. O último elemento a entrar tenta adivinhar a representação feita pelo seu colega, se não conseguia, o sexto elemento repetia a mímica da primeira imagem representada para ajuda-lo.
3ª Actividade: Criação corporal de construção de objectos
Para a realização desta actividade as alunas foram divididas em grupos de 7 pessoas e posteriormente através de sorteio escolheram um papelinho, que tinha escrito um objecto. O objectivo desta actividade foi construir-mos de uma forma lógica com os nossos próprios corpos os objectos solicitados. Depois de varias tentativas para a construção do objecto, as equipas passaram a fazer a representação individualmente. Ao som de música, os grupos construíram e desconstruíram os objectos. Os outros grupos tinham que tentar adivinhar qual o objecto representado.
quarta-feira, 11 de março de 2009
O que é um ecossistema
O espaço natural onde habita uma planta ou um animal chama-se habitat. Em cada um há diferentes comunidades de seres vivos.
terça-feira, 10 de março de 2009
expressão dramática
Olá, aqui estou. Hoje tive aulas de expressão dramática. Gostaria de partilhar com vocês as experiências que vivi, foi muito diferente do que eu estava a pensar. por isso vou fazer a síntese de aula e vou publicar aqui.Vou gostar de certeza, assim podem ficar com ideias interessantes para trabalhar com os as crianças. Assim que acabar a síntese vou publica-la.Até já.
Capacidades motoras específicas e gerais
As actividades motoras mais especificas desenvolvem os músculos pequenos das mãos e permitem às crianças manipularem materiais no seu meio ambiente, e numa fase posterior,dominarem as suas aptidões para escreverem durante os primeiros anos que passam na escola.
Motricidade
Motricidade
segunda-feira, 9 de março de 2009
A importância deste blog
Este blog pretende servir de guia de actividades curriculares e de material de consulta para educadores e professores que organizam e orientam programas destinados à infância.
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